Fernando Gardinali

A fotografia entrou na vida de Fernando Gardinali aos 17 anos, quando um amigo mostrou uma Pentax K-1000. Mas o fascínio pela imagem é herdado das fotos que seu pai, motorista de transportadora, tirava em suas inúmeras viagens.

Depois disso, dentro da assessoria de imprensa da CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos), ganhou de seu chefe sua primeira câmera, uma Pratika, que guarda na prateleira de sua casa até hoje.

A partir daí começou a fotografar suas primeiras imagens. Chegou a vender uma bicicleta para poder comprar rolos de filmes.

Aos 21, e ainda com a mesma câmera Pratika, foi para a porta do cartório de seu bairro e propunha fazer fotos dos casamentos que ali aconteciam aos sábados.

Pouco depois, começou como tecnólogo no laboratório de fotografia da Faculdade de Comunicação e Arte da Universidade Mackenzie.

Com sua cara de pau habitual, foi para o prédio da editora Abril dizendo que tinha uma entrevista de emprego para ser assistente no famoso Estúdio Abril. Coincidentemente estava de fato acontecendo o processo de seleção para o cargo e, como penetra, acabou conseguindo o emprego.

Hoje se dedica a fotos still em seu estúdio em SP. Em seu trabalho pessoal busca um olhar particular sobre o “estranho” e o não usual, descobrindo na rua cenas e cenários que remetem ao fantástico.


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